O clube Pumas, onde Daniel Alves recentemente atuou, iniciou um processo na Corte Arbitral do Esporte (CAS) acusando o ex-jogador de quebra de contrato e desrespeito às cláusulas internas estabelecidas em seu vínculo de 2022. Uma primeira audiência está marcada para o dia 25 de março.
Segundo informações do jornal mexicano '365scores', o clube busca uma indenização de cerca de cinco milhões de dólares, equivalente a R$ 29 milhões, como compensação pelo não cumprimento dos termos contratuais referentes ao comportamento do jogador.
Daniel Alves havia assinado com o Pumas em julho de 2022, porém seu contrato foi rescindido em janeiro de 2023, por justa causa, após sua prisão em Barcelona sob acusação de agressão sexual, o que posteriormente resultou em uma condenação a quatro anos e meio de prisão.
A derradeira partida de Daniel Alves pelo Pumas ocorreu em 8 de janeiro. Após passar 14 meses em prisão preventiva, ele foi libertado em março de 2024, mediante pagamento de fiança. Durante o processo legal, ele recebeu uma redução da sentença ao pagar uma quantia em dinheiro antes da condenação. Atualmente, Daniel Alves está em liberdade condicional na Espanha.
No dia 20 de janeiro de 2023, o ex-jogador foi preso preventivamente pela polícia, e aproximadamente um ano depois, foi sentenciado a cumprir pena de 4 anos e meio de prisão por agressão sexual. O tribunal considerou que ele não obteve consentimento da vítima, baseando a decisão em evidências materiais e no testemunho da mesma.
A respeito do ocorrido, a defesa de Alves contestou a sentença, enquanto o jogador, que inicialmente negou conhecer a mulher, mudou sua versão dos fatos em diversas ocasiões. Em uma entrevista antes de sua prisão, Alves afirmou que não reconhecia a suposta vítima, porém mais tarde admitiu que ocorreu a relação sexual, alegando que havia sido consensual.